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Paralisação contra reformas trabalhista e da Previdência leva 20 mil pessoas às ruas em Fortaleza

O ato aconteceu na última sexta-feira (10) em todas as capitais e no Distrito Federal

Fortaleza, Ceará FOTO: Divulgação/CUT

O Dia Nacional de Paralisação – Marcha da Esperança, que aconteceu na última sexta-feira (10) em todas as capitais e no Distrito Federal, reuniu mais de 20 mil pessoas em Fortaleza. O ato foi um movimento unificado das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e das Centrais Sindicais: Central Única dos Trabalhadores no Ceará (CUT-CE), Central Sindical e Popular (CSP Conlutas), Central dos Trabalhadores do Brasil no Ceará (CTB-CE) e Intersindical contra a Reforma Trabalhista, que entrou em vigor no dia 11 de novembro.

Na capital cearense, a concentração aconteceu às 9h da manhã na Praça da Bandeira e contou com a presença de 160 municípios representados por suas frentes sindicais. Também se uniram à causa os movimentos da Juventude, Mulheres, Negros, LGBT s, comunidades eclesiais de base, estudantes e trabalhadores de diversas categorias. Lojas do Centro também fecharam as portas durante o ato pacífico, que se encerrou por volta do meio-dia.

Reforma trabalhista entra em vigor

As paralisações em todo o país aconteceram na véspera da data em que os brasileiros passaram a contar com uma nova legislação trabalhista, aprovada em julho deste ano, – que retira direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira ao longo de sete décadas, desde 1943, quando ocorreu a primeira edição da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). O movimento marca a luta contra os retrocessos promovidos pelo governo de Michel Temer.

 

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