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PESQUISA: SAÚDE NO JUDICIÁRIO

Inédita, a pesquisa de Saúde foi lançada no dia 22 de outubro e deverá apontar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho no judiciário. Participe!

Estudo coordenado pelo laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília tem como objetivo identificar e apontar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Inédita, a pesquisa de Saúde foi lançada no dia 22 de outubro e deverá apontar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho no judiciário. O público-alvo são os trabalhadores e trabalhadoras do judiciário federal, estadual e MPU (Ministério Público da União).

A Pesquisa Nacional de Saúde do trabalhador e trabalhadora do Poder Judiciário e do MPU possibilitará a construção de uma base nacional de dados que dê suporte e formação aos sindicatos, a fim de capacitá-los na ação conjunta para elaboração e disputa de propostas junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O conjunto de dados obtidos com o cruzamento das informações levantadas pelo Protocolo vão identificar as situações de assédio moral e possibilitar a construção de políticas que permitam combater a prática abusiva, a gestão autoritária e proporcionar um ambiente de trabalho com mais qualidade de vida.

A Fenajud e Fenajufe estão fazendo, com o apoio do Sintrajufe/CE e dos sindicatos de base, um trabalho intenso de divulgação para sensibilizar a categoria a responderem o questionário da pesquisa. O link é aberto e será enviado para todos os sindicatos filiados pelas Federações, para que estas encaminhem aos seus sindicalizados. O material também poderá ser acessado diretamente nos sites das duas Federações, bem como nas entidades de base.

O estudo será coordenador pela professora Ana Magnólia Mendes e o professor Emílio Faças, do Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB).

O PROTOCOLO

O questionário vai abordar quatro eixos, sendo o primeiro, as relações de trabalho e o modelo de gestão adotado na unidade. Já o segundo trafega pelo sofrimento relacionado ao trabalho, gerado por fatores como a falta de reconhecimento, o sentimento de inutilidade entre outros. O valor do trabalho tanto para o servidor quanto para a instituição integram o terceiro eixo. Já o último busca identificar os danos físicos, psicológicos e sociais causados aos trabalhadores e trabalhadoras do judiciário. O Protocolo conta ainda com um questionário complementar que fornecem dados para a construção do perfil demográfico da categoria, também irá trabalhar aspectos específicos.

Para participar da pesquisa, clique aqui.