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Sem apoio, Temer tem dificuldade em aprovar reforma da Previdência; pressão popular é indispensável

O “recuo” de Temer também é resultado da pressão da classe trabalhadora em barrar a tramitação da reforma e é na resistência que se deve focar para derrotar de vez o projeto. “Esse recuo é, na verdade, uma estratégia para tentar esfriar o movimento popular”, afirma Ranulfo Farias, diretor executivo do Sintrajufe/CE

FOTO: Divulgação/Presidência
FOTO: Divulgação/Presidência

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Na tentativa de evitar o fracasso da reforma da Previdência Social, o presidente Michel Temer se reuniu, nesta quarta-feira (8), com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para discutir proposta e fechar texto substitutivo.

Em entrevista ao G1, o presidente da República chegou a admitir que, “sozinho”, não conseguiria aprovar as alterações previdenciárias. Ao final do dia, a economia reagiu negativamente. O dólar subiu, e a bolsa de valores caiu.

Pressão popular é indispensável para derrotar projeto

O “recuo” de Temer também é resultado da pressão da classe trabalhadora em barrar a tramitação da reforma e é na resistência que se deve focar para derrotar de vez o projeto. “Esse recuo é, na verdade, uma estratégia para tentar esfriar o movimento popular”, afirma Ranulfo Farias, diretor executivo do Sintrajufe/CE.

Por isso, convocamos todos a irem para as ruas na próxima sexta-feira (10), Dia Nacional de Paralisação contra as reformas trabalhistas e da Previdência. Em Fortaleza, a concentração será na Praça da Bandeira, Centro.

Assessoria de Comunicação Social
Sintrajufe/CE